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Kanpai! Maio 23, 2008

Posted by melodyfairy in Japão, amizade, aniversário, divagações, feelings, trabalhando, vida confusa.
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Chorando copiosamente escrevo esse post… Não achei que me sentiria assim, não achei que os laços se fariam tão fortes… Só descobri na hora de ir embora que hoje* foi meu último dia (amanhã vai ser yasumi – dia de folga)… Tirei tudo do armário, deixando um vazio incômodo. Bati o cartão de ponto pela última vez e pela última vez olhei para o refeitório, para o escritório, o depósito… as bancadas, os daishas cheios de peças, a bagunça… Me despedi de cada um com um choro contido e recebi sorrisos sinceros em rostos que me desejavam boa sorte e diziam que ainda nos encontraríamos um dia, mas que sei que nunca mais verei… O shachô e a esposa me disseram para voltar a trabalhar pra eles caso retornasse ao Japão; o irmão do shachô correu atrás do carro para apertar minha mão e me dar um tchau… E eu que pensei que os laços não se fariam tão fortes…

Ontem* foi aniversário do shachô e teve churrasco brasileiro na fábrica, depois do expediente. Picanha, linguiça, vinagrete, pão de forma, caipirinha… Parabéns pra você em Português mesmo, pagode, forró e muitos ‘kanpais’ (maneira como os japoneses brindam)… 9 da noite e todo mundo animado, alguns até demais! Inclusive o shachô, que resolveu fazer um discurso infinito pra demonstrar sua felicidade e, depois, ficou nos contando de suas travessuras de criança com fogos de artifícios! E foi muito bom sentir essa proximidade, esse clima de intimidade entre todos. Ali não estavam mais chefes e colegas de trabalhos, mas sim amigos, pessoas que se gostam.

9 e meia da noite e após alguns olhares raivosos do vizinho, o shachô ligou para um amigo, dono de um sunaku (snack bar) e fechou o bar pra gente, tudo por conta dele! E aí a noite ficou bem japonesa: karaokê e biru (= beer = cerveja). Mas, claro, com toda a alegria brasileira: todo mundo dançando, fazendo piada, zuando! Inclusive os japas! Muito divertido!

E no meio da noite, o shachô dedicou uma música pra mim! *.* Não entendi nada do que ele falou e a princípio achei que estava pedindo pra eu ir lá cantar com ele… Mas entre as poucas palavras em Japonês do meu vocabulário, entendi um “mata doyobi” e um “arigato ne” e ai o coração apertou… Mais ainda quando a esposa dele veio falar comigo, agradecendo também, e começou a chorar… E, sem saber o que fazer, dei um meio abraço nela (japoneses não gostam muito de contato… =P).

Mais de uma da manhã e ninguém falando em ir embora! Isso em plena quinta-feira!!! Até brinquei com o irmão do shachô: “Ashita, yasumi ne?” (Amanhã é folga né?), ele deu uma risadinha e desconversou. Acabei indo embora quase 2h com as meninas do bafu (buffer, aquelas politrizes), as últimas a entrarem na fábrica, mas as mais divertidas de todo o pessoal. Estão sempre fazendo piada, cutucando, rindo! Sempre espalhando alegria, alegria que vai me fazer muita falta também…

E hoje foi um dia de trabalho difícil: todo mundo esgotado, alguns de ressaca, hora não passando e muita coisa pra fazer! Passei o dia inteiro ansiosa por ir embora, desejando mais que tudo deitar no meu futon duro e dormir pelo resto da eternidade (exagerada, sempre =P). Mas quando soube que justo esse, o mais cansativo de todos os dias que trabalhei lá, era meu último, a vontade era de ficar mais um pouquinho, de passar mais alguns instantes carimbando e embalando as peças, de ter mais um kyukei (intervalo) em companhia daquelas pessoas, ouvindo as brincadeirinhas bobas, as reclamações sobre o trabalho, as fofoquinhas…

Queria guardar tudo isso comigo, cada instante que vivi lá, cada sorriso, cada conversa… a maneira como a japonesada pronuncia meu nome, as tentantivas (frustradas na maioria das vezes) de me comunicar… Porque lá, de alguma forma, me senti em casa, me senti querida… E é triste saber que não vou ter nada disso mais, que vai ser quase impossível encontrar novamente com algum deles… Talvez algum dia, who knows? Mas ficam todas as lembranças e agradeço muito a todos eles pelo que vivi aqui e pelo que estou sentindo agora… Porque se as lágrimas escorrem tanto é que tudo foi bom e valeu a pena e vou leva-los sempre no meu coração, onde quer que eu esteja…

* Era para eu ter terminado e publicado o post ontem, mas por uma impossibilidade técnica (leia-se, cansaço + olhos inchados de tanto chorar) não consegui. Portanto, ontem é anteontem e hoje é ontem! E amanhã é amanhã mesmo, o futuro me espera, chega de chorar! =)

The Counting Crows . Angels of the Silences
Well I guess you left me with some feathers in my hand
Did it make it any easier to leave me where I stand?
I guess there might not be too many who would stand beside you now
Where’d you come from? Where am I going?
Why’d you leave me ’till I’m only good for…

Waiting for you
All my sins…
I said that I would pay for them if I could come back to you
All my innocence is wasted on the dead and dreaming

Every night these silhouettes appear above my head
Little angels of the silences that climb into my bed and whisper
Every time I fall asleep Every time I dream
“Did you come? Would you lie?
Why’d you leave us ’till we’re only good for…

Waiting for you
All my sins…
I said that I would pay for them if I could come back to you
All my innocence is wasted on the dead and dreaming

I dream of Michelangelo when I’m lying in my bed
Little angels hang above my head and read me like an open book
Suck my blood break my nerve offer me their arms
Well, I will not be an enemy of anything
I’ll only stand here

Waiting for you
All my sins…
I said that I would pay for them if I could come back to you
All my innocence is wasted on the dead and dreaming

Do que vou sentir saudades Maio 18, 2008

Posted by melodyfairy in 101 in 1001, Japão, amizade, andanças, divagações, feelings, liberdade, literatura, música, vida confusa.
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Levantei ontem um pouco depois das 6h30, ainda dormindo… Dia meio nublado de temperatura agradável. O mukai passou bem cedo, umas 7h15. Muito cansado pela semana desgastante, mas sempre simpático, conversando sobre política japonesa, a crise de alimentos, a previsão do tempo… Os assuntos de sempre no caminho de sempre: passando pelos arroizais, cheios de água nessas últimas semanas, pelas casinhas de telhados coloridos que parecem sempre tão impessoais, pelos combinis e supermercados, todos tão iguais… E depois da curva, o rio com um parque às suas margens, os velhinhos já montando o material de gateball (ou seja lá que jogo eles sempre jogam), as nuvens e as montanhas ao fundo, tão plásticas, parecendo uma pintura… E depois da ponte, o mar, revoltoso, ondas quebrando nos blocos de concreto, mesmo azul acinzentado do céu…

Quando cheguei, a fábrica ainda estava fechada… Só o odisan da pepa (o mesmo dos mochis desse post) já estava lá, como sempre, no seu carrinho compacto. Sentei nos bancos improvisados com latas de tinta e tábuas de madeira, totalmente silenciosos naquela hora da manhã… Os raios de sol que em mim chegavam já anunciavam um dia bom. O odisan dirigiu o carro até perto de onde eu estava, desceu e sentou do meu lado. Me mostrou o joelho, machucado, não entendi porquê… Tinha saído mais cedo no dia anterior e ido no hospital por causa disso. Perguntei se ele estava bem e ele abriu aquele sorriso gostoso, assentiu com a cabeça e voltou para o carro.

Uns 10 minutos depois, o M. chegou e abriu a fábrica. Bati o cartão de ponto, 7h51, coloquei a marmita na geladeira… Aos poucos as pessoas foram chegando, a fábrica foi ganhando vida. O trabalho começou, calmo como todo o sábado. Só que dessa vez, o M. levou o filhinho, tímido, se escondendo toda vez que eu tentava me aproximar com o olhar. Ficou lá um tempinho e depois foi pra casa da esposa do shachô que tem duas meninas… Mais tarde vieram as 3 crianças e ficaram brincando do lado de fora!

Meio-dia, almocei rapidinho, peguei o Llosa e a garrafinha de água no armário, liguei o ipod e fui para praia… Sentei na mesma muretinha de sempre, vendo o mar, os jipes andando pela areia, as pessoas pescando… Abri o livro e mergulhei novamente no mundo cão do Colégio Militar Leôncio Prado, nos conflitos entre os estudantes, nas brincadeiras cruéis, nas diferentes histórias de vida, nos amores adolescentes… Meu momento de paz e viagem durante o dia…

Voltei para fábrica a tempo de umas conversinhas rápidas, de ver alguns sorrisos em rostos cansados, vidas cansadas da busca por dinheiro… Mais um pouco de trabalho, depois as crianças correndo de um lado para o outro, tomando sucos das maquininhas, o pessoal rindo, até o shachô de bom humor, o calor acolhedor do sol, as casinhas, uma azul e outra rosa, do outro lado da rua… Vontade enorme de guardar isso pra sempre, essa sensação de estar “em casa”, de fazer parte daquilo tudo…

O expediente acabou cedo, 5h20. Fazia tempo que não saia esse horário! Não ligaram para o meu mukai e acabei pegando carona com o japonês simpático que sempre tenta conversar, fazendo mímica, dizendo algumas palavras em Inglês, outras em Português! Sempre que pedem pra ele me dar carona, ele sai correndo na minha frente dizendo “Katazuke!!”, porque o carro dele está sempre bagunçado.. Joga tudo para trás e abre a porta, liga o dvd e puxa logo algum assunto… Acho que ele falou que ia estar trânsito porque era dia de jogo do Júbilo. Falei pra ele que estava indo embora e ele perguntou até que dia eu trabalhava, “samishi ne”… Eu disse que não estava valendo a pena em termos de dinheiro e ele concordou. Depois, pra descontrair, me mostrou o restaurante que ia levar a esposa no dia, tentou me dizer que tipo de comida serviam mas não entendi nada!

Cheguei em casa e sai com meu pai para procurar uma bolsa para a câmera que comprei (mais um item dos 101 riscado, só falta aprender a usar!). Pegamos a bicicleta, música no ouvido, voz desafinada assustando os japoneses como sempre! Vento bom embaraçando os cabelos, sensação de liberdade que adoro…

E assim se foi mais um dia… Mais um dos poucos que restam…

Estou ansiosíssima por voltar mas uma parte do meu coração sempre fica presa aqui… Achei que dessa vez seria diferente, que sem amigos por aqui para aproveitar acabaria enjoando fácil, mas ontem percebi que sempre são criados laços e que é sempre doloroso desfazê-los… Mas é a vida, né, algumas portas precisam ser fechadas para que outras se abram. =)

Escravos do trabalho Março 30, 2008

Posted by melodyfairy in Japão, trabalhando.
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Falei tanto do excesso de trabalho dos japoneses (ver esse post) e, ao invés de tentar diminuir um pouco meu ritmo, acabei eu também virando a noite na fábrica. 20 horas consecutivas de trabalho, bati o cartão às 7h46 da manhã de segunda e fui sair as 4h05 da madrugada de terça… Loucura? É… Mas a fábrica é pequena, a entrega estava toda acumulada e, nessas horas, uma pessoa a mais pode fazer alguma diferença. Além do mais, depois das 10 da noite ganho 50% a mais (25% de hora extra e mais 25% de adicional noturno) *$$$*. Acabei ficando! Um pouco cansativo mas bem sossegado, levando em conta que foi um dia excepcional e que só voltei às 3 da tarde!

O pessoal de sempre acabou ficando mais… Alguns não aguentaram, um deles desmaiou pela manhã e ficou uns dias sem aparecer… Outros ficaram lá até as 6h40 da tarde, quando foi todo mundo embora (inclusive eu, que tinha chegado 3 horas antes achando que o trabalho ia até meia-noite, como de costume *ai ai, devia ter ido pra Hama =P*).

E no finzinho da tarde, a notícia chegou. O irmão do shachô acabou dormindo no volante e bateu o caminhão de entregas na traseira de outro… Foi perda total! Disseram que o choque partiu o caminhão ao meio e que, se tivesse alguém na carona, com certeza não estaria mais entre nós agora… o_O

Por sorte, o irmão não sofreu nenhum arranhão… No dia seguinte já estava na fábrica cedinho, trabalhando que nem um louco. O resto da semana inteira ele foi o primeiro dos chefes a chegar, trabalhou na linha, voltou mais cedo dos intervalos. Barba por fazer, cara de abatido, menos brincalhão… Parece que levou uma comida de rabo absurda quando, na minha opinião, a culpa nem é tanto dele… Fazer entrega depois de mais de 24 horas consecutivas trabalhadas? Isso sim é loucura, total falta de noção!!! E, o pior, não é a primeira vez que isso acontece e parece que eles não aprendem a lição… Pelo contrário, agora trabalham em dobro, para dar conta dos pedidos que, sem caminhão próprio, precisam ser entregues antes…

“Levo a mala leve, sem pesar
Sei que vou voltar
Em breve”
Ludov. Noite Clara

Movidos a cafeína e vitamina Março 23, 2008

Posted by melodyfairy in Japão, trabalhando.
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- R., kyou nan ji made? (R., até que horas hoje?)

- Ju-ichi ji yon-ju pun… (11h40…) *cara de desânimo*

- Miyajima-san?

- Wakaranai ne… (não sei…) *cara de desânimo*

Esse diálogo se repete todos os dias. O rapaz japonês que trabalha comigo sempre tenta puxar algum assunto, comenta algo que não entendo sobre a maçã que como no kyukei (intervalo) ou me explica muito pacientemente algum detalhe do serviço… Mas a única conversa que “flui” um pouquinho mais é essa (nas outras eu só respondo “hai“, “daijoubo” ou “wakaranai“). Minha resposta sempre muda (ultimamente tenho saído 10h40 ou 11h40), mas a dele é sempre a mesma: “não sei…”. Às vezes dá muita dó… Vou perguntar alguma coisa e seus olhos parecem estar caindo, inchados de sono. E ele chega a dormir em pé enquanto está fazendo o bafu (buffer) na peça!

O pessoal que é shain (empregado direto da fábrica, sem intermédio de uma empreiteira) sofre bastante nesse ponto: ficam até 2 ou 3 horas da manhã ou chegam a virar a noite lá quando necessário. Tudo bem que eles têm participação nos lucros da empresa, mas não parece ser tão vantajoso assim… O próprio shachô e o irmão dele já ficaram uma semana direto sem dormir. Só que desde que bateram o caminhão de entregas, pararam com essa doideira toda!

E me parece que a sociedade japonesa inteira segue que nem zumbi nesse ritmo frenético. Os japoneses dormem em qualquer lugar e de qualquer forma: bancos de praça, trem, metrô, ônibus; sentados, em pé, agachados… E vivem bebendo vitaminas (uma espécie de biotônico fontoura que vende de monte nos supermercados, combinis e farmácias) e café em latinha (tem uma maquininha em cada canto, até em lugares que parecem inóspitos).

Café, aliás, tem de todas as formas… Quente, gelado, com ou sem açúcar, mais ou menos forte, gelatina de café, pudim de café, bolacha de café, pão recheado com creme de café… E as vitaminas, eu já comprei uma caixa, em sociedade com uma amiga, da outra vez que vim pra cá. Tomava uma por dia quando o sono apertava no trabalho, até o dia que me deu uma taquicardia doida, meu coração não desacelerava de jeito nenhum… Isso porque compramos da mais fraquinha! E tinha gente que já tomava das mais fortes e não sentia nenhum efeito! o_O

Ontem, sábado, pedi pra fazer duas horas extras só… O pessoal continuou lá! Ouvi dizer que eles iam trabalhar hoje também! Pra mim não dá, não! Mesmo precisando de dinheiro, não quero morrer de tanto trabalhar!!! E isso não é desculpa de uma pessoa preguiçosa e vagal não! Só olhar aqui, oh! Ops, se bem que me encaixo na parte das pessoas que trabalham mais de 50 horas semanais… Essa semana trabalhei 78! o_O Mas vai valer a pena! ;)

O cachorro Janeiro 30, 2008

Posted by melodyfairy in Japão, trabalhando, vida confusa.
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O chefe japonês, irmão do dono da fábrica, sempre tenta conversar comigo mesmo sabendo que não entendo nada do que ele diz! Ele sempre vem e fala, fala, faz caras e bocas e fala mais um pouco! E eu fico lá, com uma interrogação estampada na testa e olhando desesperadamente para os lados procurando quem possa traduzir!

Ontem, quando fui bater o cartão de ponto, só ele estava no shokudô (refeitório). Assim que entrei, ele já foi me contando algo, como se fôssemos muito amigos! Fez um gesto de grande com os braços, arregalou os olhos mostrando espanto, apontou pra fora… E como não tinha mais nenhuma alma viva que pudesse me dizer o que ele estava falando e eu estava louca para ir pra casa depois de mais de 13 horas trabalhadas, respondi um “ahhh!” como se tivesse entendido, me despedi e fui embora! hahaha!

Hoje pela manhã, quando chegamos na fábrica, fui entender o que ele estava dizendo… Um cachorro meio idoso, preto, de porte médio estava preso na entrada. Super mansinho, abanando o rabinho pra gente e querendo nos seguir, mesmo que a cordinha improvisada o impedisse. Minha vontade era de ficar lá brincando com ele, pra enganar um pouco as saudades que sinto da minha cadela! Mas o trabalho esperava…

Durante a manhã inteira, ele foi o assunto das conversinhas rápidas durante o turno. Arranjaram um potinho pro bichinho, o shachô comprou ração, um dos funcionários saiu na hora do almoço pra comprar mais… Mal tinha chegado e já era o xodó de todos! E eu estava até planejando passar no hyakuen pra comprar uns biscoitinhos de cachorro que tinha visto por lá e já pensava como as horas de almoço seriam mais divertidas e como os cachorros são bem mais confiáveis que os homens!

Almoçamos rápido e fomos, bem contentes, escovar os dentes (num tanque na entrada, água geladíssima, muito cruel!) e aproveitar pra ver o cachorrinho! Mas, nesse momento, nos falaram que ele já não estava lá! Um velhinho passou de carro e o levou embora… =( A decepção se espalhou pela fábrica inteira… e a vida voltou ao normal.

Incluindo um item no top 5 6 das coisas que não gosto no Japão: apato pequeno demais e trabalho puxado demais para se ter um cachorrinho!

Update. http://www.eneagrama.com.br/hp/index.asp?p_codmnu=36

Sou um 7, com muito de 2, 4 e 9…

Agora só preciso reconhecer meu padrão de comportamento como sendo uma maneira de me organizar e não o que realmente sou e deixar de ser gulosa!  Esses vão ser a última bola de sorvete, a última barra de chocolate, a última bolacha e o último pacote de salgadinho!!! De hoje, é claro! =P

Brincadeiras à parte, e você, qual número é?